sexta-feira, 4 de agosto de 2017

dias de verão

Associar os pequenos jardins aos meus dias — dia do Bairro Padre Cruz, dia do meu 43º aniversário e o dia das ameixas doces.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Plantas e Povos

A exposição está patente no Muhnac e mostra um registo do conhecimento popular no uso das plantas para os mais diversos fins tendo em conta a localização geográfica onde essa flora existe e os povos que habitam — desde o uso dos búzios e mezinhas pelos rituais dos curandeiros aos instrumentos musicais, passando também pelo uso de plantas para objectos do quotidiano.

Imagens: cabeleira e colar de curandeiro, esponja-vegetal (luffa - usada também como esfregão), pentes, mala e cigarrilhas de folha de palmeira (Timor-Leste)



sexta-feira, 21 de julho de 2017

na loja online

Estão reunidos na loja online alguns exemplares dos dois últimos colares que tenho mostrado — colar Festa e colar Argolas.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

colar Festa #4


Nem todas as sementes de porcelana são brancas…

domingo, 9 de julho de 2017

colar Festa

Os colares com as sementes que pedi à Paula Valentim (otchipotchi) para me fazer estão quase prontos. Este é um deles!
Nos próximos posts irei mostrá-los enquanto preparo a loja online com alguns exemplares.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

sementes de porcelana ♥︎

Depois de longos meses e de pensar bastante, decidi que são os pompons que conjugam bem com as sementes de porcelana da Paula.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

flor pompom


Apesar de já ter a flor no herbário desconhecia até agora a árvore – Albizia.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

colar de argolas


Depois do showroom não voltei a fazer, mas há poucas semanas iniciei uma mini-produção e brevemente terei dois exemplares disponíveis – as argolas são feitas em lã e o fio é de couro.


quinta-feira, 8 de junho de 2017

17 de junho – iniciação ao crochet

Dia 17 de junho, sábado, haverá um novo workshop de iniciação ao crochet a decorrer na Retrosaria, entre 15h00 às 19h00.

Esta aula destina-se a estreantes ou a quem já fez e quer recomeçar. Aprendem-se os pontos básicos à medida que se acompanha um diagrama com a simbologia própria dos pontos de crochet.

terça-feira, 6 de junho de 2017

argolas

Linha de montagem em produção muito caseira.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

leitores precisam-se, sempre


O desenho foi feito há um ano para um concurso sob o tema «dia da criança». Não ganhou o concurso, mas cá em casa teve direito a uma moldura e a um lugar na parede ♥︎.
Ilustra bem o que lia no momento e serve de exemplo para mostrar como a leitura nos influencia.

A propósito de hoje começar a Feira do Livro e de olhar para o seu desenho todos os dias, recordo o percurso das leituras que começaram aqui e veio a tornar-se de facto naquilo que podemos considerar uma leitora, mas nem sempre foi assim.
A meio do 1º ciclo abrandou repentinamente e assustei-me. Aí apercebi-me que ela própria deveria fazer as suas escolhas sem grande peso da minha parte e não ficar restringida aos livros que lhe iam oferecendo.
Podemos influenciá-los em muitas áreas, mas os nossos interesses podem não ser exatamente os dos nossos filhos em questões de leitura. Há livros muito bonitos com belas histórias e ilustrações maravilhosas, mas um livro menos bonito e menos cativante para nós poderá adequar-se mais aos seus interesses sejam estes quais forem (nestas situações quase tudo é válido para mostrar) e é meio caminho andado para motivar e o leitor poder aparecer.

Parece mal dizer isto, mas a lista oficial do Ler+ não é significativa para mim e considero ultrapassado existirem leituras obrigatórias. Só a palavra «obrigatório» juntamente com «leituras» já dói.

Nessa altura propus-lhe que lêssemos pelo menos um livro por mês, eu lia os meus e ela os dela. Aceitou o desafio sem pestanejar. Porém, fui ficando para trás com os meus a amontoar na mesa-de-cabeceira e ela ganhou terreno ao ponto de chegar a ler um por semana. Ganhou-me até hoje.

Lembro-me de alguns momentos que fizeram diferença naquela fase: passar pela BD da Amadora, pela Ilustrarte, gastar tempo na Feira do Livro (mais do que um dia) e ouvir contadores de histórias (os pais, principalmente).


Como mãe de uma adolescente e leitora, deixo algumas sugestões que praticamos para que os livros continuem a ser amigos fiéis e a desmotivação não vença quando andamos mais preguiçosos:

— Se estamos a ler um livro enfadonho e não conseguimos gostar, é largar e pegar noutro! Não é saudável andarmos a engonhar e não há que ter pena daquele que largámos. Há tanto por onde escolher!

— Para começar um livro devemos estar disponíveis para ler as primeiras 20 ou 30 páginas de rajada, a partir daí é mais fácil dar-lhe continuidade.

— Reservar momentos para ler, assim como se reserva para ver um filme, ver um programa na televisão, fazer malha, estar nas redes sociais, ir passear, estudar, desenhar, etc. Não ter tempo para ler não é uma boa desculpa para si próprio.

— Andar sempre com o livro na mochila, mesmo sem saber se durante o dia o iremos ler ou não. Ajuda a manter a ligação e a vontade de o voltar a abrir (no dia em que a mochila não respira :-( abdicamos…).

Ela ainda faz outra coisa que eu não consigo fazer, ler dois ao mesmo tempo. Assim, não fica com pena de terminar um porque já tem outro na calha.


Ler vários registos, como jornais e revistas não é a mesma coisa que ler um livro. A cabeça não funciona da mesma maneira e a memória não se exercita (mas para quem não gosta de ler, uma revista interessante é melhor que zero).
Dar espaço para ler é uma questão de gerir prioridades. Se passarmos menos tempo a fazer coisas menos interessantes passamos a estar disponíveis para voltar a pegar em livros com mais facilidade.

O que acho que é de se evitar e que sempre fui completamente contra:

— Forçar os nossos filhos a ler quando nós próprios não lemos ou estes não nos veem a ler. Não é justo! É igual quando lhes dizemos que têm de comer sopa ou peixe cozido enquanto nós não os comemos. Somos chatos, moemos os miúdos e um dia respondem-nos à letra.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

segunda-feira, 22 de maio de 2017

das alunas

Estou a publicar este post com um grande atraso, é que para mim parece que foi ontem :-)

Estes foram os bonitos resultados das últimas seis alunas a quem tive o privilégio de ensinar, espero que tenham saído da aula motivadas e tenham continuado a praticar.

Entretanto, está previsto para breve uma nova aula de iniciação ao crochet, quem estiver interessado fique atento!

quinta-feira, 18 de maio de 2017

árvores no percurso

Quando as árvores combinam com as marquises e as varandas.

terça-feira, 2 de maio de 2017

próxima aula

Volto a relembrar aos interessados que haverá uma aula de iniciação ao crochet no próximo dia 6 de maio, na Retrosaria.

Para espreitarem as aulas anteriores consultem os posts inseridos na categoria «workshop de iniciação ao crochet».

Para quem já se iniciou e sabe fazer os pontos básicos necessários, poderá frequentar a aula seguinte em que é abordado o tema dos xailes em crochet onde proponho trabalhar em algodão diversos padrões. A próxima aula dos xailes está marcada para o dia 20 de maio.

terça-feira, 25 de abril de 2017

há dias em que ninguém nos cala

«A escola está cada vez menos interessante» disse-me há umas semanas, ao mesmo tempo que fazia aquele olhar como-é-que-se-dá-a-volta-a-isto.

Apesar do chamado «aproveitamento escolar» continuar a correr bem, a motivação e o interesse pelo que se aprende dentro duma sala de aula no 6º ano está no ponto de rotura. Contudo, a rapariga acaba sempre por nos surpreender e automotiva-se sabe-se lá onde, mas até quando?

Se tenho dias em que continuo a elogiar a escola pública tenho outros tantos em que só me apetece matá-la ainda mais. É um grande desejo poder ver tudo mudar um dia e que a minha filha ainda consiga apanhar qualquer coisa boa dessa mudança.

Só um exemplo no meio de vários este ano: o último teste de Português do 1º período do 6º ano foi igual ao do 5º ano — escrever uma carta ao Pai Natal — aperfeiçoando e enriquecendo o texto este ano com mais vocabulário. Não percebi a ligação de se estar no 6º ano e a da carta ao Pai Natal, como já não tinha percebido a do 5º. Nem no 1º ciclo a minha filha levou com a da carta ao Pai Natal!

Se já era contra os trabalhos de casa este ano sou mais. Assumo que já disse à minha filha para não os fazer, não há tempo para tudo e o ideal é já começar a aprender a fazer escolhas: ou faz os tpcs, ou adianta um trabalho de grupo, ou estuda para um teste ou descansa (o descansar inclui tudo o resto: ler um livro, ouvir música, tocar guitarra, dançar, conversar, comer e dormir — também é preciso!). Cá em casa depois das 18h é proibido estudar ou fazer tpcs. Só aceitaria que gastasse mais tempo a fazê-los se fossem para trabalhar as suas próprias dificuldades, a política dos tpcs serem iguais para todos (tenham ou não dificuldades) está mais que ultrapassada e a marcação duma falta para quem não os faz também já não se aguenta!

terça-feira, 18 de abril de 2017

momentos


Visito estes locais várias vezes e de cada vez que os visito tiro as mesmas fotografias, quase sempre com os mesmos enquadramentos, parece que me esqueço mas não é isso. Tenho sempre a esperança de um dia conseguir registar as sensações de olhar para a paisagem, de tão boas que são.

Na primeira imagem, a casa cor-de-rosa do lado direito da ponte tem o verso mais bonito.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

inspiração

A propósito de um outro assunto chamei a minha filha para conhecer este projeto — Eyes as Big as Plates — e reparei que ficou bastante impressionada! Falámos da mistura entre a poesia e o humor que as imagens nos transmitem, mesmo que os protagonistas estejam inseridos na paisagem dum modo tão solitário. No final, cada uma tentou escolher a sua fotografia favorita o que se tornou difícil.
Aprecio verdadeiramente esta fusão entre o ser humano com a natureza, de pertencerem um ao outro.

No site podemos ver ao longo de vários posts, como os protagonistas colaboraram ativamente na produção das fotografias e como se camuflaram com os elementos naturais da paisagem, com a ajuda das autoras do projecto — Karoline Hjorth e Riitta Ikonen.